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O Blog do Bega

Sobral, onde a luz fez a curva.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

É Natal! Inverno no hemisfério norte. E... neve.



     Durante muito tempo, as pessoas pensaram que era só uma falácia a frase que dizia que “nenhum floco de neve é igual ao outro” no planeta. O mito de que todos os flocos de neve são diferentes começou no final do século 19, quando o norte-americano Wilson Bentley fotografou milhares de flocos com a ajuda de um microscópio e nunca encontrou dois exatamente iguais.
     Mas tudo leva a crer que isso é verdade mesmo. De acordo com uma notícia publicada pelo The Huffington Post, pesquisadores do Beltsville Agricultural Research Centre de Maryland, nos Estados Unidos, Fizeram uma análise de diversos flocos de neve usando microscópio eletrônico.
      Os flocos foram coletados através de lâminas de cobre contendo uma solução resfriada de metilcelulose, capaz de evitar que os cristais se desmanchassem. Depois, as amostras foram mergulhadas em um reservatório contendo nitrogênio líquido, fazendo com que os flocos “grudassem” nas lâminas a uma temperatura de 196 graus Célsius negativos.

     Mas apesar de tudo eu ainda acho que nunca saberemos realmente se um floco de neve repetiu algum padrão de cristalização do passado. Além do mais, me parece falsa a premissa de que um floco de neve, por ter uma possibilidade de cristalização que tende ao infinito não poderá se repetir. Não existe essa regra na natureza. Pode ser sim, que nunca consigamos encontrar dois flocos de neve iguais, o que é diferente de não existir.
Fonte:mundogump
















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