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O Blog do Bega

Sobral, onde a luz fez a curva.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Polícia alemã vai testar armas impressas em impressora 3D


     Quando Cody Wilson liberou os esquemas da Liberator, a primeira arma produzida por uma impressora 3D houve uma fuzarca daquelas, onde os histéricos diziam que todo mundo produziria suas armas em casa, teve um maluco que tentou criar munição de plástico com resultados pífios, e no fim das contas o Departamento de Estado exigiu que a Defense Distributed retirasse os esquemas de seu site, assim como determinou que eles fossem eliminados da internet (risos. Muitos risos). Tentaram inclusive regular a venda de impressoras 3D, para se ter uma ideia.
     No fim é uma preocupação infundada: primeiro, não é todo mundo que tem acesso a uma impressora 3D de 8 mil dólares igual a que Wilson usou. Segundo, os resultados dessas armas não são tão letais e a precisão é risível, algo que um outro técnico resolveu com um projeto mais barato. Terceiro, armas não são de plástico pela simples questão de resistência, o cano da Liberator tende a explodir após um ou dois disparos, tornando-a praticamente inútil. Ela é perigosa por existir, não por funcionar.
     Agora a polícia alemã vai testar os esquemas da Liberator. A Bundeskriminalamt (BKA, Polícia Federal Criminal) e a Bundespolizei (BPOL, a Polícia Federal) adquiriram uma impressora 3D e vão avaliar se as armas impressas representam um perigo imediato ou são apenas pouca coisa mais perigosas que um estilingue.
     Essa preocupação é legítima, mas há um interesse próprio aí: caso sejam eficazes, os alemães pretendem produzir armas para uso das forças policiais. Eles estão mantendo contato com a força policial de New South Wales, Austrália, que imprimiu uma Liberator e testou, com resultados explosivos.
     Ainda que não dê em nada, é papel da polícia avaliar se essas armas são perigosas ou não, pois da mesma forma que elas podem armar um cidadão de bem que quer se proteger, ela pode acabar nas mãos de um criminoso. Agora considerar a polícia usar essas armas? Eu acho que não vai dar pé.

Fonte: PopSci.

Hoje é dia de bolo e guaraná


     Hoje é dia de abraçarmos o grande amigo Djalma Gomes, pelo seu aniversário. O abraço sincero dos amigos que gozam da convivência desta incrível figura. Que tenha muita saúde, são os desejos de todos nós.

Beleza rabiscada









Um sistema de segurança para todos


     Vigilância faz parte dos sistemas de segurança caseiros. O mercado de câmeras, por exemplo, é bem amplo, mas não deixa de ser muito caro, considerado artigo de luxo, além da difícil instalação. Uma solução bem mais simples pode ser o Canary, que deve chegar ao mercado num futuro próximo.
     A proposta do Canary é criar “um sistema de segurança para todos”, de baixo custo, capaz de monitorar um ambiente sozinho e sem necessidade de um profissional do ramo para instalação. O pequeno aparelho possui uma câmera de vídeo HD e conta com diversos sensores, e pode ser posicionado em qualquer local.
     Os sensores são bem potentes, e conseguem identificar vibrações do ar e até sons diferentes. O mais interessante é que a monitoria poderia ser feita totalmente através de um app. Através de um smartphone ou tablet, o morador recebe notificações de como anda seu lar.
     O grande diferencial do sistema é que ele consegue se adaptar aos hábitos do usuário, conseguindo identificar a diferença da janela estar aberta em um dia de calor para uma abertura fora de hora, ou de forma abrupta.
     Para chegar ao mercado, o Canary precisa daquela “mãozinha” dos interessados, pois está em processo de captação de recursos através de financiamento coletivo. O projeto está no Indiegogo, e já está perto de quadruplicar seu valor estabelecido para ser financiado, o que mais que garante que tenhamos o sistema portátil de segurança.


terça-feira, 30 de julho de 2013

Acabou o mistério



     Para você que passou 2 minutos olhando para o nariz da modelo várias vezes e não conseguiu, para ver se conseguia revelar a foto da moça, o blog resolveu o mistério para você.

Chromecast, um dongle HDMI para reproduzir vídeos online na sua TV


     O Google lançou um novo produto que promete revolucionar a forma de assistir vídeos na sua casa: o Chromecast. Trata-se de um pequeno dongle* que você conecta na entrada HDMI da sua televisão e recebe conteúdo de smartphones, tablets e computadores.
     O Chromecast não possui controle remoto, e essa é a mágica do produto: você irá navegar com um gadget que oferece uma navegação melhor do que o que encontramos atualmente nas Smart TVs. Convenhamos: é muito mais prático achar um vídeo no seu smartphone do que ficar catando letrinhas no controle remoto da televisão.
     Para compartilhar músicas ou vídeos, basta que qualquer dispositivo esteja no mesmo ambiente de rede em que o dongle está conectado. Ao abrir um app compatível, você terá a opção de escolher onde quer exibir o conteúdo. Também é possível espelhar a janela do chrome aberta em um computador na televisão, tudo isso sem fios e complicações.
     Todo o controle é feito a partir do seu dispositivo. Se você está assistindo algum filme com a família, mas precisa sair e levar o dispositivo com você, não tem problema: basta que outra pessoa abra o mesmo aplicativo e ela passa a ter um controle do conteúdo. Isso é legal.
     O Chromecast já é compatível com YouTube, Google Play Music, Netflix e Google Chrome. O suporte a novos aplicativos, como o Pandora, chegará em breve. Além disso, é possível exibir conteúdos de inúmeros outros sites, uma vez que dá para compartilhar a tela do Chrome na televisão.
     O Google lançará também um SDK para que desenvolvedores do Android, iOS e web possam implementar os recursos de compartilhamento em seus aplicativos.
     O Chromecast já está à venda (e esgotado) nos EUA por US$35. Não há informações de quando chega ao Brasil, mas mal podemos esperar para colocar as mãos em um e ver como ele funciona na prática.
* Dongle, ou hardlock, é um dispositivo externo conectado a um computador, utilizado para restringir o uso de um determinado programa.(Wikipedia)

Japoneses usam gosma de caramujo no tratamento de beleza


    Parece nojento? Sim, é nojento demais, mas no Japão o tratamento de beleza “alternativo” vem fazendo bastante sucesso.
     O Clinical Salon em Tóquio vem oferecendo às suas clientes uma nova forma de cuidar da pele do rosto. As esteticistas se utilizam de gosma de caramujo para hidratar a pele do rosto, e deixá-la mais maleável.
     Não existem provas científicas sobre o tratamento, e ele também não é clinicamente testado. Mas os responsáveis pelo salão explicam que o muco secretado pelo pequeno crustáceo é rico em proteínas, ajuda a pele a reter umidade, cuida de queimaduras e reduz o risco de inflamações.
     Sessões de uma hora podem chegar a custar até R$ 220, o que é um preço um tanto salgado. Mas se a pessoa já teve coragem de deixar um monte de caramujo ficar brincando de jardim no seu rosto, dinheiro deve ser o menor dos problemas.


domingo, 28 de julho de 2013

Facebook - O melhor da semana


Sobral representada na JMJ 

















Nosso Rio Acaraú agoniza, já dentro do seu caixão.

Anatel quer que operadoras ofereçam cancelamento de linhas pela internet


     Você liga para a sua operadora, disca 3, depois 2, depois 6, ouve uma musiquinha por 20 minutos, consegue enfim falar com alguém, diz que quer cancelar seu plano, o atendente diz que vai te transferir para o setor de cancelamento, você escuta mais uma musiquinha e… A ligação cai. Quem nunca passou por isso? Felizmente, uma decisão da Anatel poderá acabar com este problema. Ou ao menos amenizá-lo.
     Em entrevista dada ao Estadão, João Rezende, presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, disse que está nos planos do órgão a aprovação dentro de 30 dias de um novo regulamento que facilitará a vida do consumidor que quiser cancelar um plano ou uma linha de telefonia.
     A ideia é a de que o usuário tenha a opção de cancelar seu plano a partir do site da prestadora, sem ter que encarar o torturante jogo de empurra-empurra dos call centers, assim como as insistentes propostas para que a linha seja mantida.
     A Anatel também estuda a opção de permitir que o cancelamento possa ser feito via telefone, mas de maneira totalmente eletrônica. Neste caso, o consumidor teria que digitar o número do seu contrato e seguir as orientações conseguintes para concluir o cancelamento, sem nenhuma interferência humana por parte da operadora.
     O próprio João Rezende reconheceu que as empresas de telecomunicações irão chiar, argumentando, por exemplo, que o novo regulamento poderá prejudicar os planos de fidelidade que têm como principal atrativo a oferta de aparelhos com preços mais atraentes, mas neste ponto o executivo foi taxativo: “é o risco do negócio”.
     A proposta é interessante e tal, mas temos que manter os pés no chão: mesmo que o regulamento seja aprovado, demorará para que suas normas vigorem, é necessário um longo estudo tecnológico para garantir a segurança dos procedimentos e, claro, deve haver regras sem brechas para evitar que as operadoras sabotem a ideia de alguma forma.

Aberta a temporada de caça aos drones


     A prefeitura de uma cidadezinha chamada Deer Trail, no interior do Colorado, Estados Unidos, está considerando de forma muito séria a liberação de licenças e permissões de caça a drones, aqueles helicópteros controlados remotamente e que vêm sendo utilizados pelo governo do país em patrulhas e perseguições.
     No Brasil a coisa é muito mais branda e, por vezes, confusa, como lembra o Cardoso neste texto. Mas nos EUA este tipo de aeronave vem criando muita discussão, principalmente depois que uma das investidas de drones americanos culminaram na morte de civis.
     Bem, quanto à cidade de Deer Trail (que clama ser o local onde fora realizado o primeiro rodeio do mundo, em 1869), esta paúra chega ao extremo, quando as autoridades locais oferecem US$ 100 para quem trouxer os pedaços de um drone abatido.
     “Nós não queremos os drones na cidade!” – disse Phillip Steel, cidadão responsável pela proposta autorizada pela prefeitura. E completa, na mais pura essência do v1d4 l0k4 redneck: “They fly in town, they get shot down.” (algo como “Se aparecer na cidade, vai levar pipoco!”).
     Steel disse que, mesmo que ele nunca tenha visto um drone sobrevoando Deer Trail, a requisição tem valor simbólico.
     “Eu não acredito na ideia de uma sociedade vivendo sob vigilância constante, e penso que estamos rumando pra isso.” – disse ele.
David Boyd, um dos sete membros do conselho, apoia a ordem de caça aos aparelhos, principalmente pelos benefício$ que i$$o poderia trazer para a cidade:
     “Mesmo que uma baixa parcela da população local se inscreva para obter a licença, tudo bem! É bastante dinheiro para uma cidade pequena como a nossa. Pode ser que a gente passe a ser conhecido só por isso, o que provavelmente seria até uma coisa boa, ou uma coisa ruim, mas quem se importa?” – disse Boyd.
     E isso porque a população atual é de 550 moradores. Eu não sei te dizer se é uma cidade atrasada ou progressiva e libertária, mas deve ser divertido colocar um drone ali só pra ver o que acontece. Já estou imaginando uma sala com “troféus” nas paredes, cabeças de alces, peles de raposa e hélices retorcidas.
     E no Brasil? Você acha que seria uma boa ideia colocar drones para vigiar lugares violentos? O polícia do Rio de Janeiro já começou a fazer isso, inclusive.

Fonte: Yahoo.

sábado, 27 de julho de 2013

Mais uma bicicleta elétrica


     Esta parece ser uma tarefa para alguém que entende como desmontar uma bicicleta. Retirar os pneus, o rolamento, a corrente, a manopla e, quem sabe, alterar os freios, dá um bom trabalho, mas isto pode mudar. Pelo menos esta é a proposta do Rubbee, um motor elétrico que você pode acoplar em cima do pneu de qualquer bicicleta para pedalar menos.
     O engenhoso mecanismo, desenvolvido por três jovens empreendedores londrinos, usa uma braçadeira que você prende na haste do banco e através de uma polia faz a roda de trás girar. Os criadores afirmam que o Rubbee é capaz de atingir 25 km/h e percorrer uma distância de até 25 quilômetros. Pela nossa experiência em testar bicicletas elétricas, parece ser menos que isto. Mas não podemos deixar de dizer que o mecanismo é bem construído. A carga da bateria interna demora apenas 2 horas.
     O projeto está no Kickstarter e custa 699 libras esterlinas (cerca de 2400 reais sem impostos e despesas de envio). É muito caro para brasileiros. Por aqui, uma bicicleta com motor elétrico de capacidade equivalente (800 W) não sai mais que 2500 reais. Um kit para transformar sua bicicleta comum em elétrica (aro 26), custa em torno de 1200 reais. É o preço da praticidade.


Cidade da Noruega está instalando espelhos para ter sol no inverno


     A cidade de Rjukan, na Noruega, é daqueles lugares que têm muitas consoantes, longos invernos e muito pouco sol. A cidade fica em um vale próximo às Montanhas Gaustatoppen, e fica sem luz solar durante quase 6 meses por ano. A partir do próximo inverno, no entanto, espelhos garantirão sol na cidade pela primeira vez na história.
     A instalação do Projeto Espelho está em fase final, e custou 5 milhões de coroas norueguesas (em torno de 830 mil dólares). Instalados na montanha, os espelhos irão refletir os raios solares na praça central da cidade, para que os moradores não precisem ir muito longe para tomar um sol. Sensores automáticos irão ajustar o ângulo dos espelhos para garantir a maior quantidade possível de sol todos os dias.
     A ideia é antiga, tem mais de 100 anos. Como não havia tecnologia para isso, Sam Eyde, um dos fundadores da empresa de energia renovável Norsk Hydro, optou por construir um carro teleférico capaz de carregar as pessoas até o topo das montanhas. O sistema ainda funciona, mas agora foi possível tornar a antiga ideia dos espelhos realidade.
     A Noruega não é o primeiro país a usar essa técnica, ela já existe em Viganella, na Itália, próximo aos Alpes, e também em Rattenberg, na Áustria.

Fonte: The Huffington Post