Pin It button on image hover

O Blog do Bega

Sobral, onde a luz fez a curva.

sábado, 31 de março de 2012

A manipulação do ser humano - Técnicas


1 – A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO-
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".

2 – CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES
Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3 – A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4 – A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5 – DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por que?"Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")".

6 – UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos.Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...

7 – MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".

8 – ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto...

9 – REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

Texto atribuído a Sylvam Timsit

Sensibilidade masculina


      
     Um casal vai a um psicólogo, após 20 anos juntos.
     Logo chegando no consultório, o terapeuta, jovem, bonitão, super malhado, pergunta qual é o motivo da consulta, e a mulher responde: - Pouca atenção, falta de intimidade, vazio, solidão, egoismo, carinho, não me sinto amada e desejada...e por aí vai. O psicólogo se levanta, se aproxima da mulher, pede que ela também se levante, a abraça e a beija com paixão, enquanto o marido os observa impressionado. A mulher fica muda e se senta meio atordoada.  O terapeuta vira para o marido e diz:- Isto é o que sua mulher precisa pelo menos 3 vezes por semana!
     Você consegue?   O marido pensa um pouco e responde: - Bom, eu posso trazê-la segunda e quarta, mas...nas sextas, eu jogo bola!

Mensagem publicitária

Coragem é isso








As ilustrações de papel de Bovey Lee


     A artista plástica Bovey Lee corta maravilhosamente detalhadas ilustrações em papel de arroz chinês e criar obras de arte quase sem peso que parecem murmurar narrativas fantásticas. Lee vive e trabalha em Pittsburg, Pensilvânia-USA..
     Bovey Lee nasceu em Hong Kong e aprendeu caligrafia chinesa aos dez anos de idade. Seguiu a carreira artística fazendo desenhos e pinturas.
     Depois de praticar artes digitais por anos, percebeu que a sua pegada era o lance com as mãos e buscou uma expressão para satisfazer seu ímpeto criativo.
     Em 2005, Bovey  cria seu primeiro corte de papel, utilizando papel de arroz chinês – o mesmo que usava para caligrafia.
     A decisão de “esculpir” em papéis veio por considerar o material íntimo e comum para todos, além de simples, humilde e acessível.
     Para Lee, o papel de arroz chinês é culturalmente significativo, já que é parte de sua ninhagem.
     O processo criativo é desenvolvido em três etapas: desenha à mão, digitaliza e corta.







sexta-feira, 30 de março de 2012

Abbey Road

The Beatles
The Beetles

Crianças curiosas







O trem das 7 - Raul Seixas

     O Trem das 7, em inglês, com Raul Seixas. Confesso que eu não conhecia esta versão em inglês mas tá muito legal. Uma ótima sexta para todos.
     E por falar em trem...

Nosso metrô está quase chegando. É hora de aprender como se segurar dentro do VLT.






Cientistas descobrem material melhor que o silício para fazer chips eletrônicos


     O mineral molibdenita pode ser uma alternativa ainda melhor que o grafeno para substituir o silício nos chips eletrônicos. Cientistas da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, estão à frente do estudo.
      Segundo a equipe, além de consumir, em modo de espera, 100.000 vezes menos energia que os transistores tradicionais de silício, o material possui características naturais que permitem aos cientistas controlar suas propriedades elétricas mais facilmente que o grafeno.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Cores da Natureza










Smartphones mais baratos roubam espaço de celulares simples no Brasil


     Parece que este ano trará uma grande mudança no mercado de celulares: enquanto os smartphones estão cada vez mais populares no Brasil, as vendas de celulares simples devem cair. A IDC estima que os smartphones crescerão 73% em 2012, enquanto os “dumbphones” devem perder 8,7% das vendas. A transição para smartphones parece inevitável, e este é o primeiro passo.
     Bruno Freitas, analista de mercado da IDC, revelou os números. Em 2011, foram vendidos 9 milhões de smartphones no Brasil. Esse número deve aumentar em mais 73% em 2012. Mesmo assim, os smartphones ainda são minoria em vendas: em 2011 eram 14% do total, e este ano devem subir para 30%.
     Mas isto deve mudar em poucos anos. O primeiro sinal: os brasileiros querem menos dumbphones do que antes. A IDC prevê que, este ano, serão vendidos 8,7% menos celulares “tradicionais”. Freitas diz que “a partir de 2012, o mercado de telefones tradicionais entra numa onda de declínio; por outro lado, os smartphones vêm ganhando uma participação que vai se tornar cada vez maior a cada ano”. Nos EUA, um mercado mais maduro, as vendas de dumbphones vêm caindo desde pelo menos 2009, segundo Freitas.
     E por que os smartphones estão avançando? É o preço baixo, principalmente do Android – com aparelhos como o Samsung Galaxy 5, que você vê acima. Freitas diz que “com a chegada de smartphones Android num preço que tem se aproximado de um telefone tradicional, naturalmente acontece essa migração de tecnologia”.
Fonte:IDC/Estadão

No More Lonely Nights - Paul McCartney




     Dia 21 de abril, em Recife, show "On The Run" de Paul McCartney. E eu lá. Enquanto isto vamos curtir "No More Lonely Nights".

Para quem gosta de automóveis, vejam as ga.. digo, as máquinas do Salão do Automóvel