O Blog do Bega

Sobral, onde a luz fez a curva.

domingo, 21 de dezembro de 2014

O melhor da semana no meu Facebook


Memorial do Funk - Era só o que faltava!


Minha Casa, Minha Vida. Mais moradias entregues à população carente de Sobral.











Jaqueta recarrega celulares com energia solar


   A Tommy Hilfiger lançou jaquetas que captam energia do sol para recarregar smartphones e outros gadgets. Disponível em uma versão feminina e outra masculina, a roupa smart tem cabos USB e também recarrega com energia elétrica. O produto, criado em parceria com a fabricante de painéis solares Pvilion, é destacável, flexível e resistente à água.
     As placas ficam posicionadas nas costas do casaco para a melhor captação da luz solar. Pela parte de dentro do produto, um cabo está ligado aos bolsos da frente, onde estão posicionadas duas portas USB, para recarregar até dois dispositivos ao mesmo tempo, seja ele um celular, um Kindle ou até um tablet.
     A marca não deixou claro quanto tempo é necessário para um aparelho ser recarregado em 100%, até porque isso depende de cada produto e a capacidade de suas respectivas baterias. Nem mesmo o tempo necessário para as placas solares atingirem a sua capacidade máxima foi informado. Porém, eles garantiram que as jaquetas têm capacidade para recarregar até quatro vezes uma bateria de 1.500 mAh, ou seja, elas alcançam até 6.000 mAh de carga.
     Caso o usuário queira sair de casa com a bateria da jaqueta já recarregada, e não depender da captação solar, as postas USB podem ser usadas para captar energia das tomadas de casa também, claro, com o uso de um adaptador de celular.
     Os casacos podem ser comprados no site da Tommy Hilfiger, e em algumas de suas lojas no hemisfério norte, pelo preço sugerido de US$ 599 (cerca de R$ 1.500 em conversão direta sem aplicar os impostos). Não há previsão de lançamento no Brasil.
     Será que esse é o início da geração das smart roupas? Se inventarem um biquíni e uma sunga assim, pode ser que essa moda pegue por aqui.  


sábado, 20 de dezembro de 2014

Gire seus videos verticais com o Crop on the Fly para iOS


     Vídeos ficam melhores se você segurar seu smartphone na horizontal, mas às vezes nós simplesmente esquecemos isto. Crop on the Fly é um app para resolver aquele vídeo ótimo, mas que foi filmado na vertical. Você dá play e vai ajustando a área a ser recortada em tempo real, de maneira bem simples e intuitiva.
     Há anos eu procurava resolver meu problema com vídeos gravados na vertical e agora, com o Crop on the Fly, todos os meus problemas acabaram. E o melhor: é grátis.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Cientistas implantam células humanas em ratos e eles ficam mais inteligentes


     Parece ficção científica, mas não é. Ratos criados com células humanas no cérebro já resultam em animais mais inteligentes que seus ancestrais. A experiência não tenta imitar a ficção, mas sim entender a evolução de doenças no cérebro humano.
     Os ratos modificados ainda têm neurônios de ratos. Estas células compõem praticamente metade do volume contido no cérebro. Entretanto, as células gliais, aquelas que suportam os neurônios, são todas humanas. “Ainda é um cérebro de rato”, diz Steve Goldman, da Universidade de pesquisa médica de Nova York, “mas todas as células não neuronais são humanas”.
     Para o experimento, células imaturas retiradas de fetos humanos foram injetadas em roedores filhotes, onde cresceram e viraram astrócitos, um tipo de célula glial em forma de estrela. As células humanas assumem lugar no cérebro do rato se multiplicando ocupando metade do espaço cerebral. “Parece que as células do rato fogem, enquanto as humanas tomam conta do lugar“, diz o cientista.
     Uma série de testes de memória e cognição foram feitas para examinar os ratos e concluiu-se que os novos ratos são muito mais inteligentes que os ratos comuns, sem células humanas. De modo geral, sua capacidade intelectual aumentou em até 4 vezes a de um rato normal.
      O procedimento poderia ser repetido em outros animais mas, resta concluir o que seria ético ou não. Mas imagine seu gato ou cachorro 4 vezes mais inteligente?

Sei não, mas... sei lá


Humanos têm capacidade de perceber luz infravermelha


        O olho humano é mais complexo e misterioso do que pensávamos. Recentemente, um grupo de cientistas ficou intrigado com lampejos de luz verde que saíam de um laser infravermelho, cuja luz deveria estar bem longe do espectro visível.
     Os cientistas investigaram o ocorrido e descobriram que olhos humanos, de fato, percebem a luz infravermelha, mas não da mesma forma que eles detectam as cores comuns. É mais estranho do que isso.
     O estudo, publicado esta semana na conhecida revista PNAS, sugere que isso tem a ver com duplicação de fótons.
Como funciona
     A luz infravermelha tem menos energia do que o vermelho, azul, verde ou qualquer cor que conhecemos no espectro visível, por isso ela não pode excitar os fotorreceptores em nossos olhos.
     Mas se dois fótons de luz infravermelha atingirem o mesmo receptor, um após o outro, as suas energias se somam – é o equivalente a um fóton de luz visível. Isso explica a cor “verde” que cientistas viram saindo de um laser infravermelho.
     Existem certos microscópios que funcionam com base nesse mesmo princípio. Neles, dois fótons de luz infravermelha se combinam para excitar uma molécula fluorescente em uma amostra, fazendo-a brilhar. Os microscópios de excitação por dois fótons permitem obter imagens nítidas de tecidos vivos sem danificá-los.
     Antes, sabíamos que dois fótons poderiam trabalhar juntos em equipamentos de laboratório, mas agora descobrimos que isso pode estar acontecendo também em nossos olhos.
Limites da visão
     Infelizmente, isso não é exatamente visão noturna nem de Predador – porque só funciona com feixes focados de um laser – mas pode ser bastante útil. Oftalmologistas acreditam que isso pode virar uma nova técnica de sondar fotorreceptores do olho. E alguns biohackers, que tentam modificar a própria visão para verem luz infravermelha, agora têm uma base melhor na qual trabalhar.
     Talvez o mais fascinante, porém, é que isso demonstra como a visão humana pode ser enganada, vendo a cor verde onde não devia haver nenhuma. É como se fosse uma ilusão de ótica: a mesma cor parece diferente em contextos diferentes; linhas parecem se mover por conta própria etc.
     Nosso sistema visual está constantemente tentando encontrar padrões nos fótons que chegam aos nossos olhos, mas nós vemos apenas a interpretação deles, não o mundo como ele realmente é.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Aeronave supersônica deve reduzir pela metade a duração de viagens


   Em 19 de Dezembro de 1985, uma corrida entre aviões resultou num recorde impressionante: um Concorde e um Boeing 747 da companhia aérea Air France decolaram ao mesmo tempo, o Concorde de Boston e o Boeing 747 de Paris. Conhecido como a aeronave comercial mais rápida do mundo (mesmo nos dias atuais), o Concorde chegou a Paris, ficou uma hora no solo e retornou a Boston, pousando 11 minutos antes do Boeing 747.
     Ainda assim, em 24 de outubro de 2003 foi decretado o fim da aviação comercial supersônica, com a realização do último voo do Concorde, por considerá-lo um avião inseguro e não rentável.
      Felizmente, a Lockheed Martin parece ter retomado o curso da evolução tecnológica neste campo, com o projeto do N+2 Jet, uma aeronave supersônica que reduziria o tempo gasto na viagens pela metade, com capacidade para 80 passageiros.
     Um desafio que os engenheiros da empresa estão enfrentando é a construção de uma aeronave que possa viajar a velocidades supersônicas, mas sem fazer estrondos sônicos – explosões sonoras que são criadas por objetos que viajam mais rápido do que 340,29 m/s, a velocidade do som. O N+2 tem um motor na parte de cima da aeronave, e dois sob as asas, em uma configuração projetada para reduzir ruídos.
     “Para alcançar reduções revolucionárias de ruído no transporte supersônico, um tipo totalmente novo de sistema de propulsão está sendo desenvolvido”, disse Michael Buonanno, gerente do programa NASA N+2 da Lockheed Martin.
     Vale notar que a Lockheed não é a única empresa interessada em desenvolver novas aeronaves supersônicas para fins comerciais. A Airbus está trabalhando com a empresa aeroespacial Aerion para criar um jato que faria a viagem de Londres à Nova York em apenas três horas.



     No início deste ano, a Aerion revelou planos para seu primeiro jato executivo supersônico. O modelo, chamado de Aerion AS2 deve voar à velocidade de 544.04 m/s. Ainda assim, não chegará à velocidade do antigo Concorde (603.50 m/s).

Charme em Preto & Branco - Instrumentos















Nova versão do Bluetooth se conecta diretamente à internet


          O Bluetooth está cada vez mais útil, à medida que smartwatches e casas conectadas se tornam mais populares. Com a nova especificação 4.2, eles poderão se conectar à internet sem precisar de um chip Wi-Fi.
     Novos dispositivos com Bluetooth 4.2 terão um endereço IPv6 e poderão acessar a internet diretamente. Como nota a PC World, isto deve simplificar a automação residencial: sensores, lâmpadas inteligentes e outros não precisarão de um hub proprietário – conectado ao seu roteador Wi-Fi – para serem controlados sem fios.
     Esta é uma resposta a um projeto do Google chamado Thread, um novo padrão para interligar os dispositivos de casas inteligentes. Ele usa 6LoWPAN, uma tecnologia para que dispositivos que consomem pouca energia se conectem à internet. Isso está presente no termostato Nest, fabricado por uma empresa que o Google comprou este ano.
     A nova versão do Bluetooth também promete ser mais rápida: a velocidade de transferência de dados aumentou “em até 2,5 vezes”. Nas especificações do Bluetooth 4.2, a versão Low Energy – que será usada em smartwatches, por exemplo – chega a 1 Mb/s. A versão normal, que será encontrada em smartphones e laptops, chega a até 3 Mb/s.
     O Bluetooth 4.2 também traz as novidades da versão 4.1, anunciada há um ano. A principal delas é permitir que vários dispositivos reúnam dados para enviá-los de uma só vez ao seu smartphone, por exemplo – em vez de enviarem cada dado separadamente.
     Boa parte das novidades – como o suporte a IPv6 e a velocidade maior – só estará disponível em dispositivos futuros com Bluetooth 4.2, então espere vê-las em produtos lançados ao longo de 2015.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Pés de planta – Literalmente. Nikes transformados em natureza por Mr. Plant


     Christophe Guinet nasceu em Paris e cresceu entre a cidade e o campo, mantendo-se sempre em contato com a natureza. Como um adolescente, ele desenvolveu uma paixão por plantas, especialmente o cultivo de orquídeas: atraído por suas necessidades exatas e recompensado pela beleza e delicadeza de suas flores. Seu gosto mais tarde evoluiu para culturas urbanas: patim, arte e, especialmente, arte de rua, moda ... ansioso para se envolver mais na criação, ele reuniu uma equipe de talentos criativos para configurar o Projeto  «APREENDE». Design gráfico, arte, marketing & comunicação agora faziam parte de sua vida diária.
     Seu ofício permitiu-lhe perceber que em tipo de mundo estamos vivendo: preocupado com a industrialização, manipulação e como o pensamento humano foi mudando, ele torna-se mais cuidadoso ao coletar matérias. Contemplativo natural e apaixonado pelo mundo das plantas, ele usa suas descobertas relacionadas a lugares e épocas para criar obras de arte com cuidado e concentração próxima ao estado meditativo.
     O processo artístico é, portanto, parte integrante do trabalho de arte final. Efêmera e frágil como um buquê de flores, as composições de Christophe nos mostra a beleza da natureza todos os dias com seus objetos “Cult”. Seu cuidado para minimizar o impacto negativo sobre o meio ambiente está em contraste com a escalada do consumismo e da corrida para o consumo de objetos cada vez mais modernos, mais técnicos, mais 'exageros'. Através de suas composições, Christophe também expressa a ideia de que as plantas não pensam; eles vivem no dia a dia, de forma casual. É neste espírito do momento que ele cria, com detalhes meticulosos e paciência, suas composições originais utilizando as plantas.










Heroínas pra lá de sensuais