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O Blog do Bega

Sobral, onde a luz fez a curva.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Android N não vai rodar no seu smartphone


     Ainda não se sabe exatamente como serão feitas as atualizações do Android N, que serão do tipo “seamless” (algo como "discretas", em português). Mas, mesmo que o Google não tenha esclarecido exatamente o que serão as atualizações seamless, o pessoal da área já tem feito especulações e parece que os dispositivos atuais não receberão essas novidades do sistema anunciado recentemente. De acordo com o Android Police, o Google já havia dito que os modelos Nexus atuais não serão compatíveis com o sistema, e o senso comum acaba dizendo que, então, nenhum dispositivo atual que rode Android será capaz de suportar o N. Isso porque essas atualizações seamless exigem um sistema com duas partições, e a divisão de partições não pode ser feita pelo usuário final. Ou seja, somente novos aparelhos contarão com a partição dupla de fábrica. Os usuários mais corajosos poderão tentar realizar o procedimento por conta própria utilizando um computador conectado ao smartphone, mas o processo não é recomendado por apresentar riscos de danificar o aparelho permanentemente. Então, o jeito é aguardar o Google se posicionar a respeito desse assunto e, caso os rumores se confirmem, optar por um smartphone novo se quiser curtir as vantagens do Android N.

Fonte: Android Police

O Ceará visto lá de riba






sábado, 21 de maio de 2016

The Beatles - You're going to lose that girl



video

Beatles Cover MonaLisa Twins - You're going to lose that girl


E agora, aprenda a cantar.


Beatles Gallery


Os Beatles como você nunca viu.





Retrato em Preto & Branco






Windows Phone em baixa


     
     A participação de mercado do Windows nos smartphones, que já era pequena, ficou ainda menor. Nesta quinta-feira (19), o Gartner publicou um relatório mostrando que, no primeiro trimestre de 2016, o sistema operacional da Microsoft estava presente em apenas 0,7% dos dispositivos móveis vendidos em todo o mundo.
     Nos primeiros três meses de 2015, a Microsoft e suas parceiras haviam comercializado 8,3 milhões de smartphones com Windows Phone, o equivalente a 2,5% do mercado. Agora, as unidades caíram para apenas 2,4 milhões de aparelhos, bem pouco perto dos 294 milhões de Androids e 52 milhões de iPhones vendidos no período.
     Com menos de 1%, o Windows está cada vez mais longe de se tornar uma “terceira via” no mercado de smartphones. O auge da plataforma, se é que podemos chamar assim, aconteceu entre 2013 e 2014, quando a Microsoft vendia perto de 10 milhões de smartphones por trimestre. Desde o ano passado, as vendas só caem. Os números são ainda mais alarmantes se considerarmos que foram vendidos 110 milhões de Windows Phones na história; a Apple consegue vender mais iPhones que isso em seis meses.
     Mesmo no Brasil, onde a Microsoft ainda tinha força por vender smartphones decentes de baixo custo, os Windows Phones estão próximos da irrelevância. Em dezembro de 2015, a empresa tinha apenas 2,4% da fatia de vendas, ocupando apenas a sexta posição, logo atrás da Alcatel, que vendeu o dobro de aparelhos.
Os concorrentes
     Quem conquistou espaço no primeiro trimestre de 2016 foi o Android, passando de 78,8% para 84,1% das vendas globais para usuários finais, segundo o Gartner. A Apple, por outro lado, viu as vendas trimestrais de iPhones caírem pela primeira vez desde que a primeira geração foi lançada, em 2007. A fatia de mercado da empresa de Tim Cook caiu de 17,9% para 14,8%.
     Entre as fabricantes, Samsung (23,2%) e Apple (14,8%) continuaram dominando o mercado, mas as chinesas Huawei (8,3%) e Oppo (4,6%) se fortaleceram bastante. A Xiaomi (4,3%), que estava acostumada a crescer rapidamente, ficou estagnada devido à forte concorrência das outras fabricantes da China. E a Lenovo sumiu da lista após suas vendas despencarem 33% no mundo inteiro (e inacreditáveis 75% na China).

Do Tecnoblog

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Sexta Sexy


Futuro iPhone poderá ser apenas uma grande tela


              Conforme o design dos smartphones evolui, a borda inferior dos iPhones – onde fica o botão home – começa a parecer cada vez mais antiquada. Considerando uma patente publicada recentemente, no entanto, a Apple pode consertar isso retirando toda a moldura.
     O conceito, diz o Patently Apple, é chamado “interface homem-máquina para controlar acesso a dispositivos eletrônicos”. O pedido foi feito em março de 2015, e foi aprovado esta semana.
Eis o que diz a patente:
     O dispositivo de interface homem-máquina compreende uma tela de aparelho eletrônico que é capaz de apresentar texto gráfico, imagens, ícones e outros dados normalmente mostrados em uma tela, enquanto inclui ainda uma região com sensor de toque de dedo transparente que está posicionada abaixo do aparelho de visualização.
     A patente detalha três tipos diferentes de tecnologia que podem funcionar como sensor de impressão digital. Uma delas – o tipo “mais preciso mas menos comum” – é chamado imagem ultrassom, e significa um leitor de digitais incorporado a uma tela.
     “Neste tipo de sensor, dois transdutores são posicionados no eixo x e y de uma placa de vidro – um para recepção e um para transmissão – para propagação de ondas ultrassom através de uma placa de vidro; quando os dedos são posicionados em cima do vidro, o dedo interrompe as ondas e o transdutor de recepção consegue medir a alteração nos padrões de onda,” diz a patente.
     Ela diz também que esse tipo de scanner é novo e no geral ainda não foi testado, mas “os resultados iniciais são promissores”.
    O Patently Apple também diz que a Apple possui duas outras patentes relacionadas a telas sem borda. E uma aquisição de patentes de impressões digitais da Privaris, uma empresa de leitores de digitais, sugere que a empresa planeja expandir esses conceitos de design.
     Um artigo recentemente sugeriu que o iPhone 7 virá sem um botão home, mas isso parece bem improvável, considerando a data da patente – essas coisas podem demorar anos para serem integradas a produtos de consumo. Ainda assim, o fato é que agora a Apple possui ao menos três patentes relacionadas a leitura de digitais, sugerindo que a empresa ainda tem alguns truques na manga.

USPTO - Patently Apple via 9to5Mac

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Motores Super Possantes









O próximo iPhone será incrível demais para vivermos sem ele


    Em uma entrevista recente o CEO da Apple, Tim Cook, disse com empolgação que a Apple possui um grande projeto na sua linha de produção e que desta vez nós não seremos capazes de viver sem ele.
Conforme ele disse:
    “Nós temos uma grande inovação chegando, como novos iPhones que fariam você e as outras pessoas que tenham iPhone hoje trocar agora mesmo para os novos iPhones.
     Nós lhe daremos coisas que vocês não conseguirão viver sem, coisas que você nem sabe que precisa hoje… Você vai olhar para trás e perguntar: como eu vivia sem isso?”
     Cook também disse que a Apple está “incrivelmente empolgada” em relação ao que ela está trabalhando e ela vem desenvolvendo novas tecnologias a cada mês.
     Claro que as declarações de Tim Cook são vagas e não oferecem pistas sobre o que ele está falando especificamente. Inclusive, elas deveriam ser vistas com uma boa dose de cautela. Ainda assim, é interessante ver a empolgação dele em dizer que teremos funções nos dispositivos que serão indispensáveis no futuro. Pois da última vez que ele fez uma promessa parecida, a Apple entrou no melhor trimestre fiscal da sua história.
     Por ora, resta apenas esperar e ver o que a Apple pretende revolucionar desta vez.

sábado, 14 de maio de 2016

Selfie





Dilma assinou decreto que regulamenta Marco Civil antes da consumação do golpe.


     Nos últimos momentos antes do golpe contra a Presidente da República, Dilma Rousseff, por meio de edição extra do Diário Oficial da União, decretou novas regulamentações do Marco Civil da Internet. O ofício foi despachado na noite de quarta-feira (11) e atinge especialmente as regras sobre neutralidade de rede, fiscalizações e proteção de dados pessoais.
    O decreto 8.771/2016 regulamenta a lei 12.965/2014, tratando diretamente sobre discriminação de pacotes de dados na internet e degradação de tráfego. Fica vedado qualquer tipo de conduta unilateral ou acordos entre operadoras e serviços que “comprometam o caráter público e irrestrito do acesso à internet” e “priorizem pacotes de dados em razão de arranjos comerciais”, bem como “privilegiem aplicações ofertadas pelo próprio responsável pela transmissão, comutação, roteamento ou empresas integrantes de seu grupo econômico”.
     Com a nova legislação, as operadoras ficam proibidas de liberar o acesso gratuito a determinados serviços. Atualmente, Claro e TIM oferecem pacotes com redes sociais e serviços de streaming de música sem descontar do pacote de dados de internet móvel. A Vivo também ficaria proibida de comercializar seu pacote de dados exclusivo para acesso ao Facebook, lançado recentemente.
Quem está familiarizado com tecnologia sempre soube que esse tipo de conduta acabava infringindo o princípio de neutralidade de rede do Marco Civil da Internet, uma vez que, com a prática de zero-rating, muitas pessoas acabam preferindo usar o WhatsApp em vez de outro aplicativo de mensagens, ou o Deezer no lugar de outro serviço de streaming.
     Num futuro em que a internet fixa corre risco de ser tarifada por franquia de dados, a medida traz um balde de água fria para as empresas de banda larga. Mesmo os serviços das próprias operadoras seriam proibidos de ter tratamento diferenciado na hora da cobrança. Tal medida também inviabilizaria o projeto Internet.org, plataforma de inclusão digital do Facebook que leva acesso gratuito a determinados sites.
     O decreto também regulamenta questões relacionadas a privacidade de dados. Um dos pontos mais peculiares é a exigência de sistemas de autenticação dupla para provedores de conexão e aplicações que armazenam dados pessoais.
     Passam a ser estabelecidas diretrizes sobre o tratamento de dados, no qual os provedores deverão reter “a menor quantidade possível de dados pessoais, comunicações privadas e registros de conexão e acesso a aplicações”, que devem ser excluídos quando a finalidade de uso foi atingida ou se o prazo determinado por obrigação legal tiver sido encerrado.
     Nenhuma das novas regulamentações toca no assunto do fim da internet ilimitada.

Do Tecnoblog

quarta-feira, 11 de maio de 2016

O Ceará visto de riba



 

WhatsApp lança versão desktop para Windows e OS X


          O WhatsApp liberou ontem versões de aplicativos para Windows e OS X. Mas não comemore tão cedo: o cliente ainda depende do seu celular, tanto que a primeira tela que você vê é a mesma do WhatsApp Web, para escanear um QR Code.
     Como é de se esperar, o funcionamento é basicamente o mesmo — a impressão que eu tenho é que a versão é apenas uma webview, quando um aplicativo abre uma página da web no desktop.
     Mesmo assim, há integração maior com o sistema. O WhatsApp trouxe alguns atalhos, como Ctrl+N para criar um novo chat e Ctrl+Shift+= para dar zoom. Como na interface web, dá para arquivar, silenciar, deletar e marcar um chat como lido, além de receber notificações na área de trabalho.
     Assim como nos aplicativos para smartphones, também é possível enviar emojis e mensagens de áudio. Não há as restrições de permissões que os navegadores impõem, mas as opções de configuração são bem limitadas: você pode ativar ou desativar sons, alertas de desktop e pré-visualização das mensagens, ver os contatos que você bloqueou e… bem, é só isso mesmo.
     O aplicativo está disponível gratuitamente para Windows (a partir da versão 8) e OS X (a partir da versão 10.9).